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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Quando as boas vendas não se refletem no caixa da empresa



Diariamente, muitos empresários questionam a si mesmos, ou a seus funcionários responsáveis pelo setor financeiro, o porquê da empresa vender tanto os seus produtos ou serviços, e o lucro dessas vendas não se refletir no caixa da empresa. Os motivos podem ser a formação de preço de venda errada, altos custos variáveis ou fixos, políticas de vendas com prazos de recebimento muito alongados, políticas de compras com prazos de pagamento muito curtos, entre outros. Entretanto, através de pesquisas realizadas por diversos órgãos constatou-se que a principal dificuldade do empresário é a de entender a gestão financeira do próprio negócio.

Esse desconhecimento faz com que aspectos como falta de capital de giro e endividamento precoce sejam os primeiros sintomas a aparecer, uma vez que o fluxo de caixa, que consiste na gestão da entrada e saída de dinheiro na empresa, esteja mal elaborado, ou até mesmo não seja elaborado. Além de demonstrar, de maneira rápida e prática o controle e registro das movimentações financeiras, o fluxo de caixa pode ser utilizado como previsão de futuro, antecipando informações referentes à sobra, ou falta, de recursos financeiros para quitar os compromissos da empresa.

Com isso, pode-se avaliar a liquidez, determinar a utilização dos recursos para determinado período e até mesmo mensurar a necessidade de se adquirir dinheiro de terceiros. Apesar de toda sua importância, não são todos os empresários que se utilizam dessa ferramenta para as tomadas de decisões gerenciais, em parte por não conhecer a ferramenta, ou simplesmente por não instrumentalizá-la da maneira correta com uma visão de futuro para a tomada de decisões, e sim de um registro do passado.

Na convivência do mundo empresarial, percebe-se a falta de dois aspectos fundamentais para a implantação de um eficaz fluxo de caixa: o de um software financeiro e o de pessoas que fazem o procedimento. Em um sistema tão informatizado, não se é mais permitido trabalhar o caixa da empresa com ferramentas tão rústicas, como as planilhas de Excel e suas inúmeras tabulações. Um bom software dá ao empresário a agilidade no procedimento e o entendimento da saúde financeira da sua empresa. Ao saber analisar os números fornecidos, pode-se trabalhar melhor as políticas financeiras do negócio.

Mesmo quando há a implantação do software, a empresa se depara com a necessidade de ter pessoas com formação e, principalmente, orientação para realizar o fluxo de caixa. Em muitas empresas, percebe-se a falta de entendimento da ferramenta para executar o procedimento, o que pode ser corrigido com a realização de cursos e assessoriais empresariais. Ter rotinas escritas, procedimentos escritos e padrões definidos determinam um padrão de qualidade empresarial que ajuda nos indicadores financeiros, tendo como grande probabilidade um resultado financeiro para reinvestimento, cobertura do capital de giro, reservas empresariais e distribuição de lucros a sócios e colaboradores da organização empresarial.

O desafio do empresário está em avaliar, de maneira comparativa, o fluxo de caixa projetado, com uma perspectiva de visão de futuro, e elaborar estratégias gerenciais que garantam a saúde financeira da empresa a curto, médio e longo prazo.

Autor: Éwerson Wiethorn, contabilista e especializado em Gestão Empresarial
Fonte: Economia SC - http://www.economiasc.com.br/index.php?cmd=artigos&id=67

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sugestões para quem se defronta com pessoas difíceis na negociação


No mundo dos negócios, uma das perguntas mais freqüentes que fazemos a nós mesmos é “como negociar quando a outra parte da negociação é agressiva, rude ou até desagradável?”. Uma regra básica é deixar de lado as emoções relacionadas ao amor, ódio, medo, luxúria e contentamento, estimulando a parte “mais básica” do nosso cérebro. Nós, seres humanos, temos três camadas principais do cérebro que atuam e coordenam áreas distintas de nosso corpo. Por milhões de anos de evolução, a camada do tronco cerebral, conhecida como o lado da “repetição”, tem-se desenvolvido e outras mais sofisticadas adicionadas a fim de nos tornar seres mais “espertos” em relação à outros do reino animal.

O grande desafio é controlar-se quando somos ameaçados, amedrontados, enganados, insultados ou mau tratados, ou seja, quando estes elementos se descontrolam, fazem com que o cérebro “animal” reaja e entre em pane. Uma vez que isto ocorre, perdemos o controle sobre nossas emoções e nosso senso de perspectiva, despencamos e revidamos, elevando a temperatura da discussão e, mais do que isto, podemos perder o controle de uma situação de negócios, por exemplo.

De fato, muitos negociadores agressivos e desagradáveis utilizam-se desta estratégia para ganhar negociações, tentando destruir o outro lado. Empresas especializadas em treinamento de negociações recomendam que a calma e o controle emocional devem existir full time. Os segredos do sucesso de como ser bem sucedido nas negociações são a calma e o controle emocional, peças chaves para o sucesso nos negócios. Então, como podemos conduzir estas situações quando somos colocados sob pressão?

Se a outra parte estiver tentando irritá-lo e deixá-lo desconfortável a ponto de forçá-lo a ceder, entenda o que estão fazendo. Se reagir à provocação, irá incentivar seu adversário a continuar com este “jogo”. Ouça em silêncio e não revide. Quando terminarem ou pararem de falar, sumarize as suas principais preocupações ou reivindicações para mostrar que está ouvindo e prestando atenção, apesar de não concordar com eles. Em alguns casos peça um esclarecimento sobre um ou outro ponto.

Seja profissional. É muito difícil para alguém manter uma postura agressiva por muito tempo, especialmente se você está calmo e sob controle. Resista à tentação de revidar, pois isto pode danificar o relacionamento ao longo prazo. Além disso, se você está lidando com pessoas que usam essa tática, entenda que eles podem ser bons no método. Melhor reformular a negociação para os termos que você os encontre mais acessível.

Negociação é um processo de troca. Claro que você terá que fazer concessões quando negocia, mas tenha certeza de que qualquer movimento que você faça só será bem sucedido se a outra parte também fizer algo interessante para você.

Utilize a linguagem adequada e termos que reflitam exatamente o que você deseja. Coloque suas condições, de forma clara e específica, antes de colocar qualquer oferta na mesa. Desta forma uma negociação pode ser muito mais lucrativa para as empresas.

Autor: José Roberto Ribeiro do Valle, sócio da Scotwork do Brasil
Fonte: Economia SC - www.economiasc.com.br

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Cobrança amigável favorece recebimento de dívidas com cartões de crédito



O mês de junho deste ano apresentou a segunda alta consecutiva de inadimplência dos consumidores brasileiros em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, divulgado nesta segunda-feira (12), o mês teve elevação de 5,2%. A maior taxa de dívidas ficou por conta dos gastos com cartões de crédito e financeiras, uma alta de 7,0%, e dívidas com os bancos, em 0,6%. Elas, segundo a pesquisa, foram as responsáveis pela subida mensal em junho de 1,1% na inadimplência.

O indicador de inadimplência vinha apresentando queda desde outubro de 2009, porém, no último mês de maio o panorama começou a mudar. De acordo com os especialistas da Serasa, o crescimento do endividamento do consumidor e o bom desempenho das vendas - por conta do Dia das Mães, do Dia dos Namorados e da Copa do Mundo de futebol - foram os fatores que influenciaram a alta da inadimplência.

Com isso, o trabalho de empresas especializadas em cobrança vem sendo cada vez mais procurado por operadoras de carões de crédito e bancos. Além de facilitar o processo de recuperação de ativos, esse serviço apresenta custos menores que os necessários em ações judiciais, além de ser mais rápido e ter melhor receptividade pelos devedores. Para o advogado Luiz Felizardo Barroso, diretor da Cobrart – Gestão de Ativos, do grupo Advocacia Felizardo Barroso & Associados, as duas partes ganham.

“O uso dessa estratégia oferece ao cliente condições de liquidar o saldo em aberto com desconto ou renegociar parcelamento. Além disso, o banco consegue manter o cliente com ele e receber o que é devido num tempo menor do que por ação judicial”, explica Luiz Felizardo Barroso.

A tecnologia é uma grande parceira desse tipo de serviço. Na Cobrart, por exemplo, os clientes inadimplentes são contatados pelos negociadores por meio de SMS, mensagem de voz, discador automático, 0800, além do tradicional telefonema e envio de boletos bancários com desconto para que a dívida seja quitada.

Segundo os dados compilados pelo indicador da Serasa, houve alta de 7% na inadimplência com cartões de crédito e financeiras em junho ante maio, além de aumento de 0,6% nas dívidas com bancos. Em compensação, os protestos caíram 4,5% de maio para junho, enquanto a inadimplência com cheques recuou 8,9% no mesmo período.

Para a Chalfin, Goldberg & Vainboim Advogados, outra empresa que realiza cobranças amigáveis as pendências dos inadimplentes são encaminhadas para uma abordagem amigável junto ao devedor. São oferecidas oportunidades como parcelamento ou descontos maiores no caso de pagamento integral.

“É chegado, realmente, o momento de, primeiro, romper-se com o preconceito às instituições financeiras, passando-se a avaliar, sobretudo com bom senso, o que deve e o que não deve ser objeto de ações judiciais. A cobrança amigável é uma saída muito atual”, finaliza o advogado Eduardo Chalfin.

Saiba mais

Cobrança amigável - Tipo de cobrança que se executa utilizando os meios normais, isto é, convidando o devedor a quitar seu débito ou a restituir o bem que está em seu poder em decorrência de empréstimo, sem ser necessário recorrer à justiça.

Serviço:

Cobrart - Gestão de Ativos – Av. Rio Branco, 147, 20º andar – Centro - Rio de Janeiro/RJ – CEP 20040-006 – Tel.: (21) 2157-0773. Funcionamento: segunda a sexta de 9h às 18h. www.cobrart.com

Advocacia Felizardo Barroso & Associados - Av. Rio Branco, 147, 20º andar – Centro - Rio de Janeiro/RJ – CEP 20040-006 – Tel.: (21) 2157-0773. Funcionamento: segunda a sexta de 9h às 18h. www.felizardo.com

Chalfin, Goldberg & Vainboim Advogados - Rua da Assembléia, nº 98,
5º, 7º e 17º andares - Centro. CEP 20011-000. Tel. (21)3970-7200 Fax (21)3970-7211. Site: www.cgvadvogados.com.br


Matéria enviada por:
Mark Assessoria & Comunicação
Fernanda Con'Andra - Atendimento
Adriana Santos - Coordenação
Hanriette Soares - Diretora de Comunicação
Escritórios:
São Paulo - Av. Brigadeiro Faria Lima, 628 - Conjunto 23 - Jardim Paulistano - CEP 01452-913 - Tel.: (11) 3438-4006
Rio de Janeiro - Av. das Américas, 1650 - Bloco 04 - Sala 304 - Barra - CEP 22640-101 - Tel.: (21) 2495-2401/7843-7335/Rádio 32*10774
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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Trilho ecológico ganha espaço nas ferrovias brasileiras

A rede ferroviária brasileira possui cerca de 30 mil quilômetros de extensão espalhados por 22 dos 26 estados, incluindo o Distrito Federal. O País possui ligações ferroviárias com a Argentina, Bolívia e Uruguai. Praticamente todo a extensão é feita com trilhos provenientes de madeira oriunda de árvores, muitas delas desmatadas. Porém, a grande novidade são os trilhos ecológicos que passam a ganhar espaço no Brasil.


Fabricados pela empresa paulista Wisewood Soluções Ecológicas o dormente ecológico é feito com lixo reciclável transformado em ‘madeira’ plástica. Por meio de um processo de alto padrão de qualidade e tecnologia, a Wisewood iniciou a produção de dormentes quem vêm sendo utilizado para assentar os trilhos das estradas de ferro. As peças servem para emprego nas malhas ferroviárias, metroviárias ou VLT (Veiculo Leve sobre Trilhos).

A madeira plástica é um produto composto de matéria-prima totalmente proveniente do lixo plástico reciclado, além de não conter nenhuma substância tóxica, das encontradas na madeira tratada, é ecologicamente correta por duas vezes: evita o desmatamento e pode ser novamente reciclada. É o que acontece com esses dormentes. Depois de retirados do local onde foram aplicados, podem ser desmanchados e servirem de base para novos produtos, formando um ciclo que contribui ostensivamente com a preservação do meio ambiente.

As vantagens do uso destes produtos estão na alta durabilidade (vida útil mínima de 50 anos), imunidade às pagas, não soltar farpas, não absorver umidade, ser fácil de limpar, resistentes a corrosão, baixo custo de manutenção, poder ser trabalhada com as mesmas ferramentas usadas na madeira natural, poder ser furado, serrado e aparafusado, aceitar pregos e parafusos, bem como fixação utilizando processos de colagem.

Segundo especialistas, para cada três dormentes composite (madeira plástica,) três árvores deixam de ser abatidas, colaborando com a diminuição do desmatamento predatório de nossas florestas. Além disso, pesquisas realizadas por profissionais da área de reflorestamento constataram que, com uma árvore de 30 cm de diâmetro e 30 anos de idade é possível fazer apenas três dormentes.

Fundada em outubro de 2007 a Wisewood tem o propósito de pesquisar componentes plásticos recicláveis para substituir o uso da madeira em produtos focados para arquitetura, decoração e construção civil. Voltada para o desenvolvimento de soluções com inteligência ecológica, a empresa, com sede em São Paulo, se pauta em diretrizes que buscam harmonizar a mais alta tecnologia e o respeito ao meio ambiente e, com isso, colaborar de maneira significativa para o real aproveitamento do resíduo plástico produzido pelo País.


Serviço:
Wisewood Soluções Ecológicas - Avenida Oswaldo Berto, 450, Dis Alfredo Rela, Itatiba/SP – CEP: 13255-405 - Tel: (11) 4594-5813
(11) 4594 5821 – E-mail: contato@wisewood.com.br Site: http://www.wisewood.com.br/

 
 
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terça-feira, 22 de junho de 2010

Negócio próprio: franquias, por onde começar?

 Muitas vezes ao decidir abrir seu próprio negócio, o empreendedor opta por uma franquia, buscando a segurança e o respaldo de quem já está no mercado.

Mas uma coisa é muito importante salientar: o investimento para abrir um franchising não é pequeno, então seja cuidadoso e investigue muito antes de investir.

Uma franquia pode diminuir os riscos inerentes à implantação, operação e gestão de um negócio, mas não os eliminará e o sucesso do empreendimento vai depender, em grande parte, do suporte que o franqueador oferecerá e da dedicação do empreendedor.

Se você quer abrir uma franquia, primeiro tenha certeza de que tem o perfil para ser um franqueado. Comece avaliando sua disponibilidade financeira: lembre-se de que o investimento inicial médio gira em torno de R$ 100 mil (valor estimado; existem franquias muito mais caras). Outro fator a ser levado em consideração é a sua independência, pois você terá que atuar de acordo com os padrões estabelecidos pelo franqueador. Avalie seus pontos fracos e fortes, suas habilidades, suas metas e objetivos.

Em seguida, pesquise as franquias disponíveis e compare suas características pessoais com o segmento que você escolheu. É importante você se identificar com o negócio e não escolher apenas porque acha que é rentável. Lembre-se de que você passará muito tempo cuidando do seu empreendimento.

Entre em contato com os franqueadores que você tiver interesse e assimile o máximo possível de informações, como condições, suporte, atendimento, entre outros. Reúna todo o material que conseguir e avalie todas as possíveis propostas. Mas lembre-se: da mesma forma que você estará avaliando o franqueador, ele estará avaliando você.

Após a triagem inicial, é importante que você conheça pessoalmente o seu franqueador, afinal, ele poderá ser seu futuro parceiro de negócios. Pergunte tudo e tire todas as suas dúvidas. Uma dica é fazer uma lista de perguntas e anotar tudo num papel. Não tenha vergonha de usar suas anotações como guia. É crucial conhecer o máximo do franqueador: sua estrutura organizacional, os serviços oferecidos, treinamentos e manuais, etc.

Não se esqueça de pedir uma lista das franquias em operação para que você possa entrar em contato com outros franqueados. Isso vai auxiliá-lo na obtenção de subsídios para uma análise da própria franquia. Procure também ex-franqueados e saiba deles por que não fazem parte mais daquela rede de franchising.

Com tudo em mãos, agora é a hora de analisar os prós e contras de todas as suas alternativas e optar pela mais vantajosa.

Gostou do artigo? Quer saber mais? Tem sugestões? Envie-nos um email: contato@empresassa.com.br

terça-feira, 15 de junho de 2010

10 passos para abrir uma empresa



Abrir a própria empresa pode parecer algo assustador, mas não é.  Para auxiliar futuros empresários, fizemos um guia prático com 10 passos para abrir o seu próprio negócio. Boa sorte!

Passo 1 - Definição da natureza comercial e jurídica
Natureza comercial: Prestação de serviços, comércio ou indústria.
Natureza jurídica:  Sociedade Limitada, Sociedade Anônima, Cooperativa, Associação, Micro-empreendedor individual, etc.

Passo 2 - Consultas: de imóvel, nome da empresa e sócios
É importante consultar junto à prefeitura da sua cidade se no imóvel pretendido pode  ser utilizado para os fins desejados. Para isso, solicite ao proprietário do imóvel ou a imobiliária, cópia do Habite-se e do carnê do IPTU.
Quanto ao nome da empresa, dirija-se à Junta Comercial e solicite a verificação do nome escolhido. Normalmente, eles pedem para que você dê três opções de nomes para facilitar caso algum deles não esteja disponível. Isso porque, por lei, não pode haver empresas de mesmo nome atuando numa determinada região.
Se há sócios, é importante verificar a situação deles para não ter surpresas futuras. Para isso, consulte a Receita Federal, Estadual e Municipal e a Junta Comercial. 

Passo 3 - Registro do Contrato Social
Após as consultas, deve-se proceder com a confecção do Contrato Social e registrá-lo na Junta Comercial. 

Passo 4 - CNPJ e Inscrição Estadual
O próximo passo é hora de obter o CNPJ junto à Receita Federal. 
Algumas empresas são isentas da Inscrição Estadual. Para obter sua Inscrição Estadual (IE) ou saber se sua empresa é isenta vá até a Secretaria Estadual da Fazenda do seu estado.

Passo 5 - Inscrição Municipal
Lembre-se de que toda empresa é obrigada a fazer a Inscrição Municipal na cidade onde será implantada. Essa inscrição é feita na Secretaria da Fazenda do seu município. 

Passo 6 - Registro no INSS
Este registro é obrigatório. Então vá até o Posto da Previdência Social e solicite a sua inscrição na Previdência Social.

Passo 7 - Alvará de Funcionamento
É hora de obter o Alvará de Funcionamento. Este deve ser solicitado na Prefeitura da sua cidade, mediante uma inscrição. Vale lembrar que os procedimentos para a inscrição variam conforme a legislação de cada município. Para não ter dúvidas, vá até a Prefeitura de sua cidade e informe-se. 

Passo 8 - Autorização para impressão de documentos fiscais
Depois de formalizado, você deve se dirigir à Agência da Receita Estadual para obter uma senha para autorização de Impressão de Documentos Fiscais para poder confeccionar os talões de Notas Fiscais.

Passo 9 - Cadastro em outros órgãos
Se for necessário o cadastro em outros órgãos como vigilância sanitária, Caixa Econômica Federal, etc, procure o órgão para maiores informações dos procedimentos a serem tomados. 

Passo 10 - Registro no Sindicato
Sempre é importante atentar para este detalhe. Cada atividade empresarial possui a sua representação sindical. Informe-sena sua cidade e registre-se.

Parabéns! Você está com sua empresa devidamente aberta e legalizada.

Se você gostou do artigo ou deseja informações mais detalhadas, mande-nos um email que teremos prazer em ajudar: contato@empresassa.com.br

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Negócio próprio: Fluxo de Caixa


O fluxo de caixa nada mais é do que uma ferramenta que auxilia o empresário no controle financeiro dos valores que entram e que saem da sua empresa em determinado período de tempo (diário, semanal ou mensal).

Esse controle é muito importante pois auxilia a visualização das receitas e despesas da empresa num período e evita sustos com a parte financeira da empresa.

Você mesmo pode fazer esse controle, basta utilizar um Livro Caixa, adquirido em qualquer papelaria, ou, se preferir, uma planilha eletrônica. Isso pode tomar um pouco de tempo diário, mas, além de te dar um controle e uma visão bem reais do dinheiro que está entrando e saindo, também te dá a segurança do montante que você dispõe no seu caixa.

Para isso, não é necessário utilizar ferramentas sofisticadas e complexas, e você pode passar para o seu contador uma cópia do seu fluxo de caixa, juntamente com os documentos comprobatórios (notas fiscais, contas, recibos) para ele fazer a parte contábil.

Nós desenvolvemos uma planilha bem simples para ajudar o controle de suas entradas e saídas. Abaixo seguem algumas imagens. Se você quiser, basta mandar um email para contato@empresassa.com.br que teremos prazer em mandar o arquivo FLUXO DE CAIXA completo para você utilizar. É simples e gratuito.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Não promova seu concorrente


Com certeza você já deve ter se deparado com uma das situações abaixo:


• Você liga a televisão e o apresentador diz que o programa dele começa logo após o término de outro que passa em uma emissora concorrente;

• Entra em uma loja e o vendedor diz que não tem a mercadoria que você quer, mas indica um concorrente que deve ter.

Estes são apenas alguns exemplos de situações que ocorrem no dia a dia e que acabam fortalecendo o concorrente em detrimento ao seu negócio. Por quê? Cada vez que você cita um concorrente você o ativa na memória do seu cliente.

Nos exemplos dados, a primeira situação deveria ser evitada informando apenas o horário e dia do programa e, assim, fortalecendo a sua marca. No segundo caso, o atendente poderia dizer que no momento a mercadoria estava em falta, mas que assim que chegasse seria um prazer entrar em contato com o cliente para informá-lo; ou ainda, oferecer opções e tentar fidelizá-lo.

Imagine outra situação: um cliente faz um pedido em um determinado estabelecimento e recebe mercadoria equivocada. Quando o representante comercial do estabelecimento vai visitar o cliente, este reclama informando o mal entendido. Em vez de o representante buscar uma solução para sanar ou minimizar o problema, ele passa a falar mal da empresa onde trabalha. Agora pense: se o representante fala mal da própria empresa, o que ele está fazendo trabalhando lá?

Outro ponto importante a ser ressaltado é: falar mal do concorrente não é produtivo. Já imaginou se um dia você vai trabalhar para ele? Qual a credibilidade das suas palavras?

Não faça propaganda gratuita para seu concorrente. Pense em estratégias para manter o cliente na sua empresa. Se algo deu errado, admita e resolva o problema, dê soluções e sugestões para que seu cliente fique satisfeito. É importante aprender a fidelizar os clientes e não promover o concorrente! Destaque-se pelas qualidades da sua empresa!

 
 
Mande suas sugestões e dúvidas pelo email: contato@empresassa.com.br
Teremos prazer em responder.

domingo, 11 de abril de 2010

Etapas da Negociação

Continuando com nossa série de artigos sobre negociação - iniciada com Você Sabe Negociar? - agora vamos falar sobre as etapas da negociação.

A negociação está baseada em um tripé: credibilidade, confiança e ética, e está presente em nosso dia-a-dia, mesmo que não tenhamos esta percepção. A compra na padaria, na farmácia, no supermercado, a aquisição de um souvenir e até mesmo quando colocamos combustível nos veículos, almoçamos num restaurante ou estamos trabalhando. Todas estas situações apresentam negociações com fatores diferentes a serem analisados.

A negociação é composta de três etapas principais: o planejamento, o acompanhamento e a avaliação.

O planejamento é a base para que você tenha lucro e produtividade no processo de negociação. Este planejamento pode ser dividido em duas etapas: a orientação, que é focada no objetivo da negociação, e o desenvolvimento que é o momento onde devem ser estabelecidos: o prazo que você poderá utilizar, o preço e as informações tanto do produto ou serviço quanto de como o mercado vê e trabalha o produto ou serviço. Analisar, durante esta fase, a concorrência dentro dos mesmos critérios que você está utilizando é fundamental para se identificar os diferenciais oferecidos visando melhorar seu poder de argumentação durante o processo negocial.

O acompanhamento é o momento no qual o produto ou serviço é oferecido ao potencial cliente (público alvo) e monitorado esclarecendo todas as dúvidas e expondo as vantagens que este irá obter com esta negociação.

A avaliação é a etapa final, porém não menos importante, pois é onde você, negociador, irá analisar todo o processo já executado buscando identificar aspectos a serem melhorados para futuras negociações e verificar a satisfação do cliente.

Um processo de negociação bem estruturado promove o alicerce do negociador (tripé) e propicia bons resultados, vantagens competitivas e novas oportunidades.

Seja um empreendedor negociador de sucesso!


Autora: Cassiana Bovo é administradora de empresas, especialista em Planejamento Estratégico e Qualidade. Presta consultoria para empresas privadas e é sócia da agência de comunicação Vide Verso Comunicação, em Palmas/TO. Para entrar em contato com Cassiana, mande um email para negócios@empresassa.com.br, ou acesse o link contatos no nosso Portal www.empresassa.com.br

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Negócio próprio: Incubadora de Empresas pode ser uma opção


Você já ouviu falar nas Incubadoras de Empresas? Elas podem ser uma boa opção para ajudar você a abrir seu próprio negócio.

Continuando nossa série de artigos sobre como abrir seu próprio negócio, nós convidamos o empresário Pedro Renan, da empresa qu4troC, para compartilhar conosco um pouco da sua experiência como jovem empreendedor.

Empresas S/A: Primeiro, sobre a área de atuação da sua empresa, qual é e por que você optou por ela?
Pedro Renan: Trabalho com TI (Tecnologia da Informação). Optei por essa área por dois motivos. O primeiro é paixão, desde pequeno gostava de Tecnologia e ficava vislumbrando as infinitas possibilidades. O segundo é a minha formação, estou me graduando em Ciências da Computação.

E.S/A: Como você conheceu a incubadora de empresas e por que você decidiu começar seu negócio através dela?
P.R.: Já havia lido sobre incubadoras e o seu papel junto aos pequenos empreendimentos. As incubadoras ajudam as pequenas empresas a superar as dificuldades iniciais tais como, espaço físico, imaturidade no mercado, poucos recursos, entre outros. Um belo dia estava passando pela rodovia e vi o prédio da incubadora.

E.S/A: Como aconteceu o processo de iniciar o negocio a partir de uma incubadora? Houve uma análise prévia, adequações no projeto inicial, consultorias, treinamentos?
P.R.: Isso depende das regras de cada incubadora, na extinta IEP (Incubadora de Empresas de Palmas) participamos de um edital e concorremos com outros projetos. Primeiramente enviamos um pré-projeto para análise da incubadora, tivemos sucesso e passamos para a segunda fase onde fomos capacitados pelo SEBRAE a elaborar o plano de negócio. Este depois de pronto foi analisado pelos consultores do SEBRAE que o homologaram e deram o sim para nossa incubação.

E.S/A: Como é (era) a estrutura física oferecida pela incubadora?
P.R.: Isso também depende da incubadora. Aqui cada empresa tinha seu escritório privativo e áreas comuns a todos como sala de reuniões e banheiros.

E.S/A: Valeu a pena começar com uma incubadora?
P.R.: As incubadoras de empresas podem sim ser um alicerce firme para quem tem uma boa idéia e vontade de empreender. Geralmente estão ligadas ao SEBRAE que é uma instituição idônea e preocupada com o futuro do empreendedorismo no Brasil.

E.S/A: Quais as principais dificuldades que você enfrentou ao querer e se tornar um novo empreendedor? Como você as superou?
P.R.: Falta de conhecimento, falta de informação, falta de experiência, falta de recursos, etc. São inúmeras as dificuldades, mas elas existem para todos e o verdadeiro empreendedor consegue superá-las com estudo, dedicação e principalmente muito trabalho. Não acho que consegui superar todas ainda, todo dia é uma nova lição.

E.S/A: Quanto às suas aspirações em relação à sua empresa, quais eram as iniciais, o que você já conquistou e quais os próximos passos?
P.R.: A qu4troC tem pouco mais de 2 anos de mercado e estamos começando a colher os frutos de um trabalho ético e focado ao negócio dos nossos clientes. Já conquistamos o espaço no mercado que queríamos e na verdade superamos nossas expectativas. Hoje atendemos não só o Tocantins, mas outros estados brasileiros também. O próximo passo é aumentar a capacidade produtiva da empresa.

E.S/A: Para finalizar, qual o conselho que você dá para quem quer começar um novo negócio?
P.R.: Busque informação sobre o negócio que quer começar, analise bem se sua idéia será absorvida pelo mercado e se é viável. Uma boa idéia só é boa de verdade se puder ser vendida. O SEBRAE pode ajudar muito. Empreenda sempre, não tenha medo e acostume-se com fato de que as pessoas irão tentar dizer que a sua idéia não é boa. Depois de tudo isso, contrate a qu4troC, quem não está na internet não existe. (risos)


Entrevistado: Pedro Renan é sócio da empresa qu4troC, que presta consultoria nas mais diversas áreas de TI (Tecnologia da Informação) e desenvolvimentos de aplicações. A sede da empresa está localizada em Palmas/TO, mas presta serviço para todo o Brasil. Se você quer entrar em contato com a qu4troC ou com Pedro Renan, mande um email para: contato@qu4troc.com ou para contato@empresassa.com.br

quarta-feira, 31 de março de 2010

Você sabe negociar?




Para alguns negociar é simplesmente comprar ou vender. Mas negociar é muito mais do que apenas pagar ou receber dinheiro por um produto ou serviço.

Para começar, vamos falar um pouco sobre os dois tipos de negociação existentes, chamados de “ganha-perde” e “ganha-ganha”.

A negociação “ganha-perde” é quando uma das partes sai ganhando e a outra sai perdendo durante o processo de negociação. Por exemplo: a Joana encomendou um vestido para ir à formatura do filho. A vendedora garantiu que o mesmo chegaria e seria entregue em até 12 dias (mesmo sabendo que o prazo era de 15 dias), porém o pagamento deveria ser realizado adiantado e não se aceitava devolução. Como faltavam 15 dias para o evento, dona Joana não viu problemas com a aquisição. No décimo sexto dia pela manhã o vestido chegou à residência da senhora. 

Pergunta: ambas as partes saíram ganhando nesta negociação?

Resposta: não. A negociação não foi satisfatória para as duas partes, pois a vendedora não cumpriu o prazo acordado prejudicando a outra parte. 

Este é um exemplo da negociação “ganha-perde”, onde um dos lados ganha, neste caso a vendedora que recebeu o valor da compra adiantado e informou o prazo erroneamente para não perder a venda; e o outro lado perde, aqui representado pela dona Joana que não ficou satisfeita com sua compra, pois não atendeu sua expectativa (necessidade). Nesta situação a vendedora matou a chamada “galinha dos ovos de ouro”, pois dona Joana não comprará novamente desta vendedora e também aconselhará as pessoas que conhece a fazer o mesmo.

Já a negociação “ganha-ganha” acontece quando ambas as partes ganham algo e cumprem o acordado (negociado), ficando satisfeitas. 

Pergunta: se no exemplo anteriormente citado, a encomenda houvesse chegado no prazo, o negócio teria sido satisfatório para ambas as partes?

Resposta: sim. Ficaria caracterizado o “ganha-ganha” o que teria promovido um ambiente propício para negociações futuras.

Observa-se, portanto, que existem negociações boas e ruins, confiáveis e duvidosas. Diante disto, é importante percebermos que um bom negociador deve ter em mente que:

“Negociar é fazer um acordo (compra e venda, permuta...) de forma que todas as partes envolvidas ganhem do início ao fim do processo, propiciando assim, um ambiente favorável para novas negociações.”

Autora: Cassiana Bovo é administradora de empresas, especialista em Planejamento Estratégico e Qualidade. Presta consultoria para empresas privadas e é sócia da agência de comunicação Vide Verso Comunicação, em Palmas/TO.
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