Mostrando postagens com marcador Financeiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Financeiro. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Quando as boas vendas não se refletem no caixa da empresa
Diariamente, muitos empresários questionam a si mesmos, ou a seus funcionários responsáveis pelo setor financeiro, o porquê da empresa vender tanto os seus produtos ou serviços, e o lucro dessas vendas não se refletir no caixa da empresa. Os motivos podem ser a formação de preço de venda errada, altos custos variáveis ou fixos, políticas de vendas com prazos de recebimento muito alongados, políticas de compras com prazos de pagamento muito curtos, entre outros. Entretanto, através de pesquisas realizadas por diversos órgãos constatou-se que a principal dificuldade do empresário é a de entender a gestão financeira do próprio negócio.
Esse desconhecimento faz com que aspectos como falta de capital de giro e endividamento precoce sejam os primeiros sintomas a aparecer, uma vez que o fluxo de caixa, que consiste na gestão da entrada e saída de dinheiro na empresa, esteja mal elaborado, ou até mesmo não seja elaborado. Além de demonstrar, de maneira rápida e prática o controle e registro das movimentações financeiras, o fluxo de caixa pode ser utilizado como previsão de futuro, antecipando informações referentes à sobra, ou falta, de recursos financeiros para quitar os compromissos da empresa.
Com isso, pode-se avaliar a liquidez, determinar a utilização dos recursos para determinado período e até mesmo mensurar a necessidade de se adquirir dinheiro de terceiros. Apesar de toda sua importância, não são todos os empresários que se utilizam dessa ferramenta para as tomadas de decisões gerenciais, em parte por não conhecer a ferramenta, ou simplesmente por não instrumentalizá-la da maneira correta com uma visão de futuro para a tomada de decisões, e sim de um registro do passado.
Na convivência do mundo empresarial, percebe-se a falta de dois aspectos fundamentais para a implantação de um eficaz fluxo de caixa: o de um software financeiro e o de pessoas que fazem o procedimento. Em um sistema tão informatizado, não se é mais permitido trabalhar o caixa da empresa com ferramentas tão rústicas, como as planilhas de Excel e suas inúmeras tabulações. Um bom software dá ao empresário a agilidade no procedimento e o entendimento da saúde financeira da sua empresa. Ao saber analisar os números fornecidos, pode-se trabalhar melhor as políticas financeiras do negócio.
Mesmo quando há a implantação do software, a empresa se depara com a necessidade de ter pessoas com formação e, principalmente, orientação para realizar o fluxo de caixa. Em muitas empresas, percebe-se a falta de entendimento da ferramenta para executar o procedimento, o que pode ser corrigido com a realização de cursos e assessoriais empresariais. Ter rotinas escritas, procedimentos escritos e padrões definidos determinam um padrão de qualidade empresarial que ajuda nos indicadores financeiros, tendo como grande probabilidade um resultado financeiro para reinvestimento, cobertura do capital de giro, reservas empresariais e distribuição de lucros a sócios e colaboradores da organização empresarial.
O desafio do empresário está em avaliar, de maneira comparativa, o fluxo de caixa projetado, com uma perspectiva de visão de futuro, e elaborar estratégias gerenciais que garantam a saúde financeira da empresa a curto, médio e longo prazo.
Autor: Éwerson Wiethorn, contabilista e especializado em Gestão Empresarial
Fonte: Economia SC - http://www.economiasc.com.br/index.php?cmd=artigos&id=67
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Organização Financeira: necessária e lucrativa para as empresas
Novas empresas normalmente nascem de ideias de negócios de empresários que dominam a técnica de como produzir um bem ou executar um serviço. A grande maioria não é administrador e não domina os métodos de administração financeira. Entretanto, para que o crescimento da empresa ocorra sem risco é necessária a organização financeira para o acompanhamento, o ajuste e a projeção dos resultados.
Administração financeira, mais do que uma série de números, deve ser uma ferramenta para a tomada de decisão. É preciso organizar as contas a pagar, a receber, os juros, empréstimos, inadimplência, caixa e folha de pagamento. Porém, não basta controlar os dados, é preciso saber extrair as informações necessárias para tomar decisões sobre o futuro. Entre as ferramentas disponíveis, as mais importantes são o fluxo de caixa e a demonstração de resultados.
A principal função da demonstração de resultado é informar qual o lucro (ou prejuízo) dentro de um determinado período. Por incrível que pareça, boa parte dos pequenos empresários não sabe de fato o quanto o seu negócio gera de capital. Contudo, este simples instrumento de controle fornece outras informações como: os custos fixos em comparação ao faturamento, se descontos de duplicatas e cheques estão gerando despesa elevadas, se o preço de venda é adequado ou se há problemas nos cálculos de custos.
Já o fluxo de caixa tem como função informar a movimentação diária de recursos financeiros. Com um fluxo de caixa organizado, o empresário saberá exatamente o saldo do seu caixa numa data futura. Um fluxo de caixa negativo pode significar que a empresa está trabalhando com prazos de pagamento muito longos, com juros elevados decorrentes de empréstimos ou descontos de cheques ou duplicatas, com despesas que ultrapassam a possibilidade do caixa em determinadas datas. Por outro lado, quando o saldo do fluxo é positivo significa que a empresa está conseguindo arcar com todas as suas obrigações.
Autor: Deonir Tomaselli, especialista em finanças da Traders em Ação.
Fonte: Economia SC: www.economiasc.com.br
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Imposto com contratação de pessoal é o que mais pesa para empresas
Pesquisa feita pela Grant Thornton International, representada no Brasil pela Terco Grant Thornton, mostra que o imposto que mais pesa para o empresário brasileiro são os referentes à contratação de pessoal, como INSS e FGTS. De acordo com o estudo, chamado International Business Repor (IBR) e que ouve apenas empresas privadas de capital fechado (Privately Held Businesses, ou PHBs, em inglês), 45% dos brasileiros ouvidos (no total foram 150, sendo cem de São Paulo, 25 do Rio de Janeiro e 25 da Bahia) citaram essa resposta.
“Isso demonstra novamente um dos grandes entraves ao nosso desenvolvimento, pois desestimula o emprego formal e, por consequência, se traduz em relevantes perdas sociais”, afirma Wanderlei Ferreira, sócio da Terco Grant Thornton, onde é o responsável pela Divisão de Tax.
“O estudo reforça ainda mais que está na hora de o governo brasileiro rever a legislação trabalhista”, diz Wanderlei. “De forma geral, os encargos trabalhistas e previdenciários podem representar um custo equivalente a 100% do valor do próprio salário pago ao funcionário”, completa. Deste montante, na média o INSS pago pela empresa representa algo em torno de 27,8%.
Em segundo lugar, na lista de tributos que mais pesam, os brasileiros citaram os impostos indiretos, como o ISS, o ICMS e o IPI, que tiveram 19% das respostas “Essa também é outra característica marcante do sistema tributário brasileiro e reflete bem o sentimento do empresário quanto à carga incidente e também sobre a forma complexa que a União, estados e municípios impõem aos contribuintes a respectiva arrecadação desses tributos.”
A pesquisa ouviu, no total, 7.400 empresas de 36 economias. Na média geral, o que mais pesa, de acordo com os entrevistados, é o imposto sobre lucros (26%), seguido de tributos com empregados (23%) e imposto de renda (22%).
Sobre a Terco Grant Thornton Há 28 anos no Brasil, a Terco Grant Thornton é a 5ª maior empresa de auditoria e consultoria do país. Conta com mais de 680 profissionais e possui 1.400 clientes ativos. Em 2009, registrou crescimento de 12% em seu faturamento em relação ao ano anterior. Com sede em São Paulo, possui escritórios no Rio, em Salvador, Goiânia e Belo Horizonte. A Terco Grant Thornton é uma firma membro da rede Grant Thornton International Ltd (Grant Thornton International). A Grant Thornton International e suas firmas membros não constituem uma única firma global. Cada firma membro presta seus serviços de forma juridicamente independente. Considerada uma das maiores organizações de auditoria e consultoria do mundo, a GTI tem 30 mil profissionais, 500 escritórios distribuídos em mais de cem países e registrou faturamento global de US$ 3,6 bilhões em 2009.
Autor: José Bonamigo. Fonte: Rádio Progresso - http://radioprogresso.com.br
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Obrigatoriedade do ponto eletrônico - micro e pequenas empresas terão custos elevados
Nova determinação do Ministério do Trabalho entra em vigor no mes de agosto e exige obrigatoriedade do ponto eletrônico. Isto de acordo com a RNC elevará o custo das pequenas e médias empresas. De acordo com determinação do Ministério do Trabalho de agosto de 2009, todas as empresas que possuem mais de 10 funcionários e já utilizam o relógio eletrônico são obrigadas a instalarem o Registrador Eletrônico de Ponto (REP), para que possa ser identificado o horário de entrada e saída de cada trabalhador. O prazo para o cumprimento desse novo sistema encerra-se no dia 29 de agosto e tal medida tem por objetivo proibir todo o tipo de restrição a marcação de ponto, marcações automáticas e alterações dos dados registrados.
A partir da implantação do ponto eletrônico, a emissão de comprovante da marcação a cada registro efetuado no REP passa a ser obrigatória e o empregador é obrigado a manter e apresentar à fiscalização do trabalho os formatos de relatórios e arquivos digitais de registros de ponto.
As mudanças que irão ocorrer com esse novo procedimento trazem à tona algumas questões que merecem ser abordadas, entre elas, o alto custo que as empresas terão para implantarem o ponto eletrônico. Segundo afirmação da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em nota, a Instituição afirma que essa obrigatoriedade eleva o custo, principalmente das pequenas e microempresas, por conta dos valores elevados tanto dos equipamentos adaptados quanto dos procedimentos técnicos e operacionais. Além disso, haverá um custo também sobre o comprovante que deverá ser impresso pelo aparelho.
Um relógio de médio porte que atende às especificações da lei custa em torno de R$ 2.500,00 à R$ 3.600,00. "Os custos são sim elevados, porém dentro de uma expectativa em relação aos benefícios que a lei pode trazer para as organizações, no caso de ações trabalhistas, pode-se considerar que o aumento pode não é assim tão significativo", afirma o diretor da Rede Nacional de Contabilidade - RNC, Marcos Apóstolo.
Outro objetivo para a implantação do ponto eletrônico é reduzir o número de ações trabalhistas, pois uma vez que o aparelho possui uma memória que não pode ser apagada, é uma forma de segurança jurídica para as empresas comprovarem as informações alegadas pelos funcionários.
Tendo em vista esse cenário, conclui-se que há uma ampla discussão em torno dos pontos positivos e negativos a partir dessa obrigatoriedade. Entretanto, segundo Marcos Apostolo, o mais importante é ressaltar que a medida visa tranqulizar tanto os empregados quanto os empregadores. "A portaria acerta quando prevê a responsabilidade do fabricante caso seja possível a adulteração das informações registradas", afirma.
A RNC - Rede Nacional de Contabilidade é formada por 32 associadas distribuídas em todo território nacional. Com atuação nos mercados nacional e internacional, atende mais de 5 mil clientes, tem uma estrutura interna composta por mais de mil colaboradores e seu parque tecnológico conta com mais de mil computadores em seus escritórios associados e data-center's.
Fonte: Estúdio de Comunicação. Originalmente publicado em: O Debate: www.odebate.com.br
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Negócio próprio: Fluxo de Caixa
O fluxo de caixa nada mais é do que uma ferramenta que auxilia o empresário no controle financeiro dos valores que entram e que saem da sua empresa em determinado período de tempo (diário, semanal ou mensal).
Esse controle é muito importante pois auxilia a visualização das receitas e despesas da empresa num período e evita sustos com a parte financeira da empresa.
Você mesmo pode fazer esse controle, basta utilizar um Livro Caixa, adquirido em qualquer papelaria, ou, se preferir, uma planilha eletrônica. Isso pode tomar um pouco de tempo diário, mas, além de te dar um controle e uma visão bem reais do dinheiro que está entrando e saindo, também te dá a segurança do montante que você dispõe no seu caixa.
Para isso, não é necessário utilizar ferramentas sofisticadas e complexas, e você pode passar para o seu contador uma cópia do seu fluxo de caixa, juntamente com os documentos comprobatórios (notas fiscais, contas, recibos) para ele fazer a parte contábil.
Nós desenvolvemos uma planilha bem simples para ajudar o controle de suas entradas e saídas. Abaixo seguem algumas imagens. Se você quiser, basta mandar um email para contato@empresassa.com.br que teremos prazer em mandar o arquivo FLUXO DE CAIXA completo para você utilizar. É simples e gratuito.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Negócio próprio: custos iniciais
O investimento inicial quando você decide abrir seu próprio negócio é muito variável. Antes de começar a gastar dinheiro com o que você imagina que seja necessário, pesquise, analise e faça uma relação de todas as despesas.
Você deve relacionar os valores conforme o prazo em que terá que desembolsá-los. Lembre-se das prioridades e necessidades.
Abaixo fizemos um check-list para ajudar no seu levantamento inicial de custos, lembrando que é apenas um exemplo e quanto mais detalhada for a sua planilha, melhor para o seu planejamento.
Alguns itens da tabela são mais abrangentes e não se resumem apenas à fase inicial, mas são importantes para que você tenha uma noção de quanto será os seus gastos. Outros você pode excluir se não se enquadrar no tipo de empresa que você quer abrir. Quanto mais detalhada for sua planilha (para o seu tipo de negócio), melhor será o seu planejamento e menos sustos você terá durante o processo. Lembre-se de ir completando a tabela conforme for se inteirando dos aspectos do seu empreendimento. É justamente no planejamento que está a oportunidade de você saber realmente a viabilidade da sua empresa.
Se você gostou do artigo, gostaria de receber esta planilha simplificada ou fazer algum comentário, envie-nos um email que teremos prazer em atendê-lo: contato@empresassa.com.br
Você deve relacionar os valores conforme o prazo em que terá que desembolsá-los. Lembre-se das prioridades e necessidades.
Abaixo fizemos um check-list para ajudar no seu levantamento inicial de custos, lembrando que é apenas um exemplo e quanto mais detalhada for a sua planilha, melhor para o seu planejamento.
Alguns itens da tabela são mais abrangentes e não se resumem apenas à fase inicial, mas são importantes para que você tenha uma noção de quanto será os seus gastos. Outros você pode excluir se não se enquadrar no tipo de empresa que você quer abrir. Quanto mais detalhada for sua planilha (para o seu tipo de negócio), melhor será o seu planejamento e menos sustos você terá durante o processo. Lembre-se de ir completando a tabela conforme for se inteirando dos aspectos do seu empreendimento. É justamente no planejamento que está a oportunidade de você saber realmente a viabilidade da sua empresa.
Se você gostou do artigo, gostaria de receber esta planilha simplificada ou fazer algum comentário, envie-nos um email que teremos prazer em atendê-lo: contato@empresassa.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)




